O Gerente de Estratégias de TI e Arquitetura de Serviços da IBM Brasil, Marcelo Piassarollo, abre a programação. Com 18 anos de experiência em Tecnologia da Informação, ele mostra como o processo de inovação de empresas, de todos os tamanhos e segmentos, está ligado com a gestão TI e inteligência de mercado. Além disto, traz com exclusividade dados do Estudo Global com CIOs 2011, realizado pelo IBM Institue for Businnes Value, que fornece insights estratégicos para empresários anteciparem oportunidades em seus negócios.
O Futuro é Mobile é o painel de Leo Xavier, Diretor da Pontomobi Interactive - agência de marketing especializada em mobile. O profissional apresenta possibilidades de trabalhos desenvolvidos em multi-telas, pensadas para estratégias que se integrem aos celulares, smartphones, computadores e iPods. Também discorre sobre cases de campanhas realizadas com marcas como Banco Real, Bohemia, Fiat e MTV.
A última parte do evento será um bate-papo com três referências do mercado que farão um panorama sobre possibilidades de negócios na Internet. São eles: Renato Rosa, Diretor da Red, Edney Souza, Criador da Blog Content, Curador da Campus Party e VP da boo-box, e Bernardo Porto, Fundador e CEO da DeskMetrics. Com apenas 24 anos, este último profissional é responsável pela startup especializada em métricas em tempo real de aplicativos.
Inspirado no trabalho do sociólogo e filósofo francês Edgar Morin, o IV Ciclo de Decisões convida empresários e executivos a refletir sobre antigas verdades e conceitos tidos como absolutos. O investimento para o Fórum de Tecnologia nos Negócios é: R$ 50 (valor promocional para sócios Amcham até o dia 30), R$ 70 (sócios Amcham), R$ 100 (sócios entidades apoiadoras) e R$ 140 (não sócios). O evento tem patrocínio da AdvancedIT e IBM, além de apoio da American Airlines, CIEE-RS, Scunna e Unisinos. Haverá cobertura via redes sociais em www.twitter.com/amchambr e www.facebook.com/amchambrasil.
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Fórum de Tecnologia nos Negócios discute TI, mobile e negócios web no dia 06 de outubro
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segunda-feira, 25 de abril de 2011
239 razões para morar em Porto Alegre
Reportagem especial do Jornal do Comércio sobre a comemoração dos 239 anos de Porto Alegre.
A 188° razão para se morar em POA é o belíssimo Teatro do CIEE, uma bela casa de espetáculos e que também abriga um dos maiores projetos da Amcham, o Ciclo de Decisões.
Incluise, vejam a foto que foi publicada - não é que é do nosso evento do Ciclo?!
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Marcadores: Ciclo de Decisões, JC, Teatro do CIEE
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
START - Seminário de Sustentabilidade
Responsabilidade sócio-ambiental tornou-se oportunidade de negócios
Especialistas debateram o tema em seminário de sustentatabilidade promovido pela Amcham e Net Impact.
Sustentabilidade é realidade da agenda dos executivos atentos às mudanças culturais. Uma empresa sustentável, comprometida com a responsabilidade socioambiental, é ótima oportunidade de tornar os negócios mais lucrativos, porque o consumidor, hoje, espera mais do que um produto, ele quer comprar também valores sociais e ética, segundo Claudia Lorenzo, Diretora de Negócios Sociais da Coca-Cola Brasil e Diretora Executiva do Instituto Coca-Cola Brasil. “Existe uma mudança da sociedade. A criança de agora está aprendendo para se tornar um adulto com mentalidade sustentável. Esse será o futuro e a demanda será por ações responsáveis”, afirmou Claudia, nesta quinta-feira (14/10), no START – Seminário de Sustentabilidade, realizado pela AMCHAM- Porto Alegre e pela Net Impact, rede que visa criar líderes para esta nova geração.
Acreditando na ideia de unir sustentabilidade e lucro, a Coca-Cola Brasil criou, há menos de um ano, a área de Negócio Social, apenas para desenvolver negócios e benefícios sociais ao mesmo tempo. “Estamos presente na vida de 80% dos brasileiros de todas as rendas. Queríamos agregar mais valor à empresa e capturar melhor as oportunidades. Vimos então, que gerar benefício social seria um bom negócio pra Coca-Cola também, pois levaríamos mais para a vida de grande parte do nosso público”, explica Claudia.
Um dos projetos mais recentes é o Coletivo, que, com a ajuda de Organizações Não Governamentais (ONG’s), capacita jovens em áreas de baixa renda social para que consigam empregos na rede de parceiros da Coca-Cola. Em troca, eles ajudam a vender mais o refrigerante dentro de suas comunidades. Claudia acredita que qualquer empresa pode buscar esta perspectiva, basta ser criativo e pensar o tempo todo em como levar benefícios através do seu negócio. Ainda alerta a boa fase que os empreededores têm pela frente. “Projetos sustentáveis possuem muito apoio do governo e das empresas. Há verba pública e privada disponível, o que faltam são boas ideias”, esclarece.
Conceito
Para que um empreendimento seja considerado sustentável, necessita ser ecologicamente correto, economicamente viável, socialmente justo, culturalmente aceito e cumprir com os deveres éticos. Entretanto, líderes da prática destacam a falta de entendimento sobre as cinco vertentes pela sociedade. “Não entendo por que a iniciativa ambiental é mais visada em detrimento das sociais e culturais. Existe uma discussão enorme sobre isso”, revela Claudia, diretora da Coca-Cola.
Ela vê a confusão como resultado de um entendimento de muitos gestores de que banefício social é uma forma de assistencialismo ou filantropia. “Devido a responsabilidade social, criou-se uma mentalidade de que tudo que é social serve apenas para responder à sociedade ou diminuir a culpa de ter resultado financeiro. Gerar negócio e benefício social, ao mesmo tempo, é um processo muito novo, temos um enorme caminho a percorrer”, acredita.
Caso Braskem
O diretor de Desenvolvimento Sustentável da Braskem, Jorge Soto, também presente no START, acredita que os micro e médios empresários ainda têm medo de investir em sustentabilidade, pois acham que pode ser uma ameaça às finanças. Porém, alertou que os ganhos proporcionados à sociedade e as oportunidades de novos negócios são diferenciais competitivos no mercado.
Foi a caso da Braskem, que inovou com o recente lançamento de um pólo de produção em energia renovável, em Triunfo, Rio Grande do Sul. “Foi uma decisão estratégica da Braskem ser sustentável. Corremos riscos e investimos 140 milhões em ações socioambientais, de 2005 a 2008. Felizmente acertamos”, diz Soto.
Outra questão importante para o sucesso da Braskem, foi a decisão tomada na hora certa. Soto conta que na década de 70, uma das fábricas, localizada em Alagoas, produziu eteno a partir de álcool pela primeira vez e a ideia foi abandonada porque não era viável economicamente. “Naquele tempo comprar mais caro por uma energia limpa não era importante para o mercado. Já hoje, o consumidor paga mais caro por um produto que faça diferença na sociedade. Tivemos que esperar este momento”, explica ele.
Cenário no Brasil
O Brasil, historicamente, com os programas que já desenvolveu e pela sua geografia, tem um referencial de sustentabilidade positivo em relação aos demais países do Bric, destacou Jorge Soto. Por contar com riqueza hídrica e solo fértil, o país reúne condições para produzir alimentos e matérias primas para a energia renovável, que é o futuro do mundo pelas crenças do diretor da Braskem.
Ele diz que há muito espaço para outras empresas investirem em energia limpa, já que hoje somente uma parcela de 18% da terra arável brasileira é destinada à agricultura e, apenas 1% é voltado para a cana de açúcar. “Temos muito espaço para ocupar. Ainda mais com os avanços da tecnologia voltados a produzir álcool a partir de celulose, que possibilitará o uso de todos os resíduos de agricultura para a sua produção”, comemora o engenheiro.
No seminário, os especialistas aproveitaram para discutir que algumas normas já estão sendo adotadas pelo governo federal para que, cada vez mais, as empresas assumam práticas sustentáveis. É o caso da nova Lei de Resíduos Sólidos, que exigirá maior responsabilidade das empresas e indústrias quanto as medidas adotadas em relação à logística reversa, e a Norma Internacional de Responsabilidade Social-ISO 26000, que deverá ser lançada em dezembro deste ano.
Claudia da Coca-Cola ressaltou que o mundo já se convenceu da importância em ser sustentável e que o Brasil vive iniciativas pontuais sobre o tema. “O que se vê são iniciativas pessoais e crenças isoladas de sustentabilidade. Precisamos transformá-la em prática efetiva no País”, afirma.
START
Foram mais de 300 inscritos no Start – Seminário de Sustentabilidade, entre gestores, agentes do governo e estudantes. O evento contou com além de Claudia Lorenzo, diretora da Coca-Cola e Jorge Soto, diretor de Desenvolvimento Sustentável da Braskem, com Rodrigo Baggio, fundador da CDI, organização que visa a inclusão social através da tecnolgia e do jornalista Dal Marcondes, ganhador do Prêmio Ethos de Jornalismo 2006 e 2008. A mediação ficou por conta do professor Cid Alledi, sócio-gerente da Núcleo Ético.
Ainda como parte do seminário, Cid Alledi apresentou uma pesquisa realizada em 2010 pela agência de Relações Públicas Edelmam, onde as práticas honestas e transparentes representam 83% dos fatores da boa reputação corporativa no Brasil. O professor ressaltou a importância de ser ético e fazer sustentabilidade com verdade. “Vivemos em um mundo 2.0, conectado com as redes sociais. As coisas não podem mais ser varridas para de baixo do tapete, pois alguém vai te descobrir.”
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quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Encontro de Empreendedorismo - 27.08
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quarta-feira, 31 de março de 2010
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segunda-feira, 28 de setembro de 2009
Fórum de Tecnologia nos Negócios 30.09

Palestrantes Confirmados:
José Carlos Duarte Gonçalves, CTO – Chief Technology Officer, IBM Brasil
José Rubens Spada Jr., Diretor de Tecnologia e Operações da A
ccor Services no Brasil
Paulo Castro, Diretor Presidente do Terra Networks Brasil
Roberto Galdieri, CIO – Chief Information Officer, McDonald’s Brasil
Mais informações aqui: www.ciclodedecisoes.com
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sábado, 25 de julho de 2009
II Ciclo de Decisões - Fórum de Gestão de Pessoas
Apresento nosso maior projeto da Câmara Americana de Comércio de Porto Alegre, o II Ciclo de Decisões!
Focado em pilares como gestão de negócios, liderança, mercado e empreendedorismo, o II Ciclo de Decisões 2009, convida empresários e executivos a “pensar”, discutindo antigas verdades e conceitos tidos como absolutos. O projeto, organizado em quatro grandes fóruns, proporcionará acesso a temas emergentes, normalmente não associados ao “universo corporativo” e de alta relevância no mundo dos negócios. Incentivará um intercâmbio de conhecimentos, diferentes formas de percepção da realidade e àquilo que Edgar Morin, filósofo e sociólogo francês e um dos mais influentes pensadores da atualidade, chama de “um novo pensar”.
Como seria um novo pensar sobre as relações de trabalho neste cenário de complexidade? Como este novo pensar impactaria nossas organizações? Como estas perceberão o capital humano? Que traços seriam indispensáveis para os líderes desta nova Era?
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terça-feira, 21 de abril de 2009
As tendências na Internet e suas repercussões sociais
O`Reilly (2005a), o precursor do termo, define a Web 2.0 como a transição para uma Internet como plataforma de publicação, bem como o entendimento dos princípios para obter sucesso nesta nova plataforma. Ele criou um mapa dos conceitos e conjunto de práticas que norteiam a expressão Web 2.0:
Desta forma, os pontos-chave da Web 2.0, para O’Reilly está na web como plataforma, no controle de dados pelos próprios usuários, nos serviços independentes de pacotes de softwares, na flexibilidade de dados, inclusive das fontes, no incentivo à inteligência coletiva. Portanto, o foco da Web 2.0 está no usuário e configura-se essencialmente sobre uma arquitetura participativa. Nas palavras dele:
Logo, “a Web 2.0 valoriza principalmente as práticas cooperativas, os diálogos e as negociações, as contínuas problematizações” (PRIMOa, 2008, p. 64), que implicam fortes mudanças no comportamento do usuário/consumidor. Mas não é somente as características da Web que estão se transformando e que acarretam estas mudanças. Para Primo (2008a), a estrutura midiática contemporânea vem sofrendo diversas modificações. Ele refere que “A tecnologia digital não apenas potencializou as formas de comunicação interpessoal mediadas por computador (como blogs e redes de relacionamento), mas vem também atualizando o que hoje podemos chamar de mídia tradicional” (PRIMO, 2008a, p. 65).
Nesse sentido, este período vincula-se aos condicionamentos advindos do uso das tecnologias digitais na sociedade. Com a miniaturização dos equipamentos (notebooks e palmtops) e com a interligação de diversas redes de comunicação que passam a ser acessíveis dos lugares mais remotos (internet, telefonia celular, WI-FI, etc.), cria-se, segundo Pellanda (2006, p. 203), um ambiente always on. (PRIMO, 2008a, p.60).
De fato, os dispositivos portáteis de computação conectados à rede possibilitam a facilidade de conexão, o acesso global, e toda uma potencialidade de novos usos bem como a transformação dos existentes. “A questão inclui não só o lugar (espaço) mas também a quantidade (tempo) de exposição à conexão na qual indivíduos passam a estar inseridos” (PELLANDA, 2008, p.2). Outro aspecto levantado pelo autor, é o efeito da aceleração da velocidade aparente nas práticas sociais, como por exemplo, a utilização crescente dos messengers ao invés do e-mail.
A questão de estar todo tempo conectado em todo o lugar (always on) pode ser explicada segundo Pellanda (2008), em parte, pelo desejo do ser humano estar conectado aos demais seres sociais e pelo anseio à onipresença. Para ele, “a arquitetura deste ambiente móvel pode ser analisada sob a ótica da cibercultura e seus desdobramentos quando transpostos para a questão da mobilidade em rede. Com a mudança do ponto de ligação dos indivíduos com o ciberespaço, altera-se também elementos de análise da cibercultura” (PELLANDA, 2005, p.2). Nesse sentido Rheingold (apud Silveira, 2008, p.34) denominou o fenômeno de smart mobs ou multidões inteligentes como
De acordo com estudo realizado pelo Ibope/NetRatings em junho de 2008, intitulado "O consumidor multimídia: uma tendência contemporânea"[1], o consumidor brasileiro está incorporando novas marcas, produtos e serviços ao seu cotidiano, bem como, novos meios de informação, tornando-se assim, um consumidor multimídia.
Os resultados da pesquisa referem que na sua prática diária, a audiência encontra-se muito mais conectada (em média o internauta residencial ficou 23 horas e 48 minutos conectado no mês de maio). Dados que refletem uma audiência que não se contenta mais em ser passiva, transformando-se em produtor da informação, gerando e publicando conteúdo em larga escala, criando blogs, desenvolvendo e participando de grupos de discussão, com regras e linguagens próprias e ainda com atualização em tempo real.
Segundo os dados da pesquisa, o Brasil ultrapassou pela primeira vez na história a marca de mais de 40 milhões de pessoas com acesso à internet em qualquer ambiente, como casa, trabalho, escola, cybercafés e bibliotecas. O dado divulgado em junho de 2008, refere-se ao primeiro trimestre deste ano. Levando-se em consideração que o Brasil tem aproximadamente 184 milhões de habitantes, o número de internautas já equivale a 22,5% da população.
Lévy (1999) afirma que diversos aspectos da Cibercultura cresceram exponencialmente em números de pessoas com poder de acesso à era da conexão, mas no entanto, o fenômeno ainda é minoritário. Apesar disso, Lemos (2003) afirma que o mesmo deve ser compreendido como hegemônico.
Pellanda (2005) também pondera ao afirmar que, criar mais conexões para que a informação possa ser trocada não garante por si só nem a ocorrência de comunicação e tampouco de geração de conhecimento. Mas entretanto, pode-se projetar uma visão otimista e, como reflete o autor, “o aumento de conexões, em um primeiro momento e depois a busca pela sua organização, que precisa ser criada pelo meio e não imposta por padrões, podem encaminhar uma nova possibilidade de avanço de conhecimento”.
Assim, o levantamento também nos dá indícios de que a população procura estar mais bem informada, buscando se munir de informações por meio dos diferentes veículos de comunicação, e crescentemente, na Internet. A tabela 1 também ajuda a traduzir, de maneira relevante, as transformações que estão alterando hábitos e conceitos sobre o uso do ciberespaço:
Dessa forma, a voz dos consumidores ganha maior força e liberdade, podendo representar oportunidades e também ameaças aos negócios. As reclamações que antes eram restritas ao SAC das empresas, hoje ficam registradas na Internet, visíveis a qualquer um nas ferramentas de busca. O consumidor cada vez mais conectado, busca nos sites das empresas informações oficiais, bem como, visita fóruns de discussão, blogs e redes de relacionamento, à procura de outras opiniões.
[1] IBOPE, Brasil superou o número de 40 milhões de pessoas com acesso à Internet.
Na seção: IBOPE//NetRatings, Notícias, Internet - Área: Notícias\Press Releases\2008. Data de publicação: 27/06/2008. Disponível aqui
[2] Disponível aqui. Acesso em 27/09/08.
[3] Disponível em: http://www.edelman.com.br/clientes/pesquisas/Blog%20na%20academia.pdf. Acesso em 27/09/08.
[4] Blogging From The Inside out: The rise and Effective Management of Employee Bloggers. Disponível em: http://www.edelman.com.br/clientes/pesquisas/Blog%20na%20academia%20-%20second.pdf. Acesso em 27/09/08
Referências:
LÉVY, Pierre. Cibercultura. São Paulo: 34, 1999
O’REILLY, Tim. What is Web 2.0: design patterns and business models for the next generation of software. [09/2005]. Disponível aqui.
Acesso em: 07/09/2008.
______________. Web 2.0: compact definition? [10/2005]. Disponível aqui. Acesso em: 7/09/08
PELLANDA, Eduardo (2008). Comunicação móvel: das potencialidades aos usos e aplicações. Natal: Anais do XXVIII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação.
__________________. (2005), O “local” do virtual no ambiente de Internet móvel. Rio de Janeiro: Anais do XXVIII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação.
PRIMO, Alex. Fases do desenvolvimento tecnológico e suas implicações nas formas de ser, conhecer, comunicar e produzir em sociedade. In: PRETTO, N. D. L.; SILVEIRA, S. A. de (Org.) Além das redes de colaboração: internet, diversidade cultural e tecnologias do poder. Salvador: EDUFBA, 2008a. p.51-68.
___________. O aspecto relacional das interações na Web 2.0. E- Compós (Brasília), v. 9, p. 1–21, 2007.
SILVEIRA, S. A. Convergência digital, diversidade cultural e esfera pública. In: PRETTO, N. D. L.; SILVEIRA, S. A. de (Org.) Além das redes de colaboração: internet, diversidade cultural e tecnologias do poder. Salvador: EDUFBA, 2008. p. 31–50.
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