segunda-feira, 25 de junho de 2012


Amcham e IBGC realizam Fórum de Governança Corporativa em Porto Alegre

Encontro reunirá grande time de especialistas em 29 de junho para debater o tema.

Porto Alegre, em 13 de junho de 2012 – A adesão a regras de Governança Corporativa estruturadas é hoje uma necessidade para toda empresa que deseja se manter em atividade e evoluir no mercado. Nesse contexto, como parte do o 5° Ciclo de Decisões, a Amcham-Porto Alegre (Câmara Americana de Comércio) realiza, em parceria o IBGC Capítulo Sul (Instituto Brasileiro de Governança Corporativa), debate sobre o processo de estruturação da governança, passando por suas diferentes fases, papéis e perspectivas e considerando em especial a realidade de companhias de controle familiar.
            O evento se inicia com abertura de Carlos Biedermann, membro do Conselho da Amcham-Porto Alegre e do IBGC. Em seguida, no primeiro painel, Magda Elhers, diretora do Instituto Sucessor, entrevista Anton Karl Biedermann, fundador da Biedermann & Bordasch, que, a partir de sua experiência, tratará de empresas que avançaram na estruturação da governança e também de casos de desestruturação ao longo do tempo.
            No segundo painel, Cláudia Tondo, diretora da Tondo Consultoria, mediará debate com executivos da família Bertolini, de Bento Gonçalves, que comanda a produção de móveis de aço, estruturas de armazenagem e cozinhas planejadas, com presença em várias regiões do Brasil, América Latina e África. Nos últimos anos, o negócio vem sendo reforçado com o desenvolvimento de estruturas de governança corporativa, societária e familiar.
            Roberto Faldini, cofundador do IBGC e conselheiro independente, fará, no fechamento do evento, a moderação de um talk show com participação de Beatriz Johannpeter, vice-presidente do Conselho do Instituto Gerdau, Gladis Killing, sócia da Killing S.A. Tintas e Adesivos, e Maria Isabel Severo, conselheira de administração do Grupo Sabemi. A ideia é reunir profissionais que desempenham os mais diferentes papéis em uma estrutura regida pela governança corporativa, como membro de conselho de administração e conselheiro independente.
O investimento para o Fórum de Governança Corporativa tem valor promocional de R$ 50,00 para sócios da Amcham e do IBGC até 22/06, passando a R$ 70 após essa data. Para outros públicos, valem os seguintes valores: R$ 100 para sócios de entidades apoiadoras e R$ 140 para não sócios. O evento tem patrocínio de Joal Teitelbaum, Robert Juenemann Advogados e SAP, e o apoio de CIEE, Grupo FBM, Grendene e Unisinos.
A próxima etapa do Ciclo de Decisões serão o Fórum de Tecnologia de Negócios em 17/08 e o CEO Fórum em 26/10. Os eventos contarão cobertura via redes sociais da Amcham (www.twitter.com/amchambr e www.facebook.com/amchambrasil).

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Fórum de Tecnologia nos Negócios discute TI, mobile e negócios web no dia 06 de outubro


O mundo é construído por conexões humanas sustentadas pela tecnologia. Com este mote, a Amcham-Porto Alegre realiza o Fórum de Tecnologia nos Negócios. Integrante do IV Ciclo de Decisões, o evento traz cinco referências nacionais para discutir tendências sobre gestão de TI, inteligência de mercado, mobile e possibilidades de negócios na Internet. O encontro será realizado no Teatro do CIEE (Rua Dom Pedro II, 861), no dia 06 de outubro, a partir das 8h30. Inscrições em www.amcham.com.br.

O Gerente de Estratégias de TI e Arquitetura de Serviços da IBM Brasil, Marcelo Piassarollo, abre a programação. Com 18 anos de experiência em Tecnologia da Informação, ele mostra como o processo de inovação de empresas, de todos os tamanhos e segmentos, está ligado com a gestão TI e inteligência de mercado. Além disto, traz com exclusividade dados do Estudo Global com CIOs 2011, realizado pelo IBM Institue for Businnes Value, que fornece insights estratégicos para empresários anteciparem oportunidades em seus negócios.

O Futuro é Mobile é o painel de Leo Xavier, Diretor da Pontomobi Interactive - agência de marketing especializada em mobile. O profissional apresenta possibilidades de trabalhos desenvolvidos em multi-telas, pensadas para estratégias que se integrem aos celulares, smartphones, computadores e iPods. Também discorre sobre cases de campanhas realizadas com marcas como Banco Real, Bohemia, Fiat e MTV.

A última parte do evento será um bate-papo com três referências do mercado que farão um panorama sobre possibilidades de negócios na Internet. São eles: Renato Rosa, Diretor da Red, Edney Souza, Criador da Blog Content, Curador da Campus Party e VP da boo-box, e Bernardo Porto, Fundador e CEO da DeskMetrics. Com apenas 24 anos, este último profissional é responsável pela startup especializada em métricas em tempo real de aplicativos.

Inspirado no trabalho do sociólogo e filósofo francês Edgar Morin, o IV Ciclo de Decisões convida empresários e executivos a refletir sobre antigas verdades e conceitos tidos como absolutos. O investimento para o Fórum de Tecnologia nos Negócios é: R$ 50 (valor promocional para sócios Amcham até o dia 30), R$ 70 (sócios Amcham), R$ 100 (sócios entidades apoiadoras) e R$ 140 (não sócios). O evento tem patrocínio da AdvancedIT e IBM, além de apoio da American Airlines, CIEE-RS, Scunna e Unisinos. Haverá cobertura via redes sociais em www.twitter.com/amchambr e www.facebook.com/amchambrasil.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

239 razões para morar em Porto Alegre

Reportagem especial do Jornal do Comércio sobre a comemoração dos 239 anos de Porto Alegre.


A 188° razão para se morar em POA é o belíssimo Teatro do CIEE, uma bela casa de espetáculos e que também abriga um dos maiores projetos da Amcham, o Ciclo de Decisões.


Incluise, vejam a foto que foi publicada - não é que é do nosso evento do Ciclo?!

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

START - Seminário de Sustentabilidade

Responsabilidade sócio-ambiental tornou-se oportunidade de negócios

Especialistas debateram o tema em seminário de sustentatabilidade promovido pela Amcham e Net Impact.

Sustentabilidade é realidade da agenda dos executivos atentos às mudanças culturais. Uma empresa sustentável, comprometida com a responsabilidade socioambiental, é ótima oportunidade de tornar os negócios mais lucrativos, porque o consumidor, hoje, espera mais do que um produto, ele quer comprar também valores sociais e ética, segundo Claudia Lorenzo, Diretora de Negócios Sociais da Coca-Cola Brasil e Diretora Executiva do Instituto Coca-Cola Brasil. “Existe uma mudança da sociedade. A criança de agora está aprendendo para se tornar um adulto com mentalidade sustentável. Esse será o futuro e a demanda será por ações responsáveis”, afirmou Claudia, nesta quinta-feira (14/10), no START – Seminário de Sustentabilidade, realizado pela AMCHAM- Porto Alegre e pela Net Impact, rede que visa criar líderes para esta nova geração.

Acreditando na ideia de unir sustentabilidade e lucro, a Coca-Cola Brasil criou, há menos de um ano, a área de Negócio Social, apenas para desenvolver negócios e benefícios sociais ao mesmo tempo. “Estamos presente na vida de 80% dos brasileiros de todas as rendas. Queríamos agregar mais valor à empresa e capturar melhor as oportunidades. Vimos então, que gerar benefício social seria um bom negócio pra Coca-Cola também, pois levaríamos mais para a vida de grande parte do nosso público”, explica Claudia.

Um dos projetos mais recentes é o Coletivo, que, com a ajuda de Organizações Não Governamentais (ONG’s), capacita jovens em áreas de baixa renda social para que consigam empregos na rede de parceiros da Coca-Cola. Em troca, eles ajudam a vender mais o refrigerante dentro de suas comunidades. Claudia acredita que qualquer empresa pode buscar esta perspectiva, basta ser criativo e pensar o tempo todo em como levar benefícios através do seu negócio. Ainda alerta a boa fase que os empreededores têm pela frente. “Projetos sustentáveis possuem muito apoio do governo e das empresas. Há verba pública e privada disponível, o que faltam são boas ideias”, esclarece.

Conceito

Para que um empreendimento seja considerado sustentável, necessita ser ecologicamente correto, economicamente viável, socialmente justo, culturalmente aceito e cumprir com os deveres éticos. Entretanto, líderes da prática destacam a falta de entendimento sobre as cinco vertentes pela sociedade. “Não entendo por que a iniciativa ambiental é mais visada em detrimento das sociais e culturais. Existe uma discussão enorme sobre isso”, revela Claudia, diretora da Coca-Cola.

Ela vê a confusão como resultado de um entendimento de muitos gestores de que banefício social é uma forma de assistencialismo ou filantropia. “Devido a responsabilidade social, criou-se uma mentalidade de que tudo que é social serve apenas para responder à sociedade ou diminuir a culpa de ter resultado financeiro. Gerar negócio e benefício social, ao mesmo tempo, é um processo muito novo, temos um enorme caminho a percorrer”, acredita.

Caso Braskem

O diretor de Desenvolvimento Sustentável da Braskem, Jorge Soto, também presente no START, acredita que os micro e médios empresários ainda têm medo de investir em sustentabilidade, pois acham que pode ser uma ameaça às finanças. Porém, alertou que os ganhos proporcionados à sociedade e as oportunidades de novos negócios são diferenciais competitivos no mercado.

Foi a caso da Braskem, que inovou com o recente lançamento de um pólo de produção em energia renovável, em Triunfo, Rio Grande do Sul. “Foi uma decisão estratégica da Braskem ser sustentável. Corremos riscos e investimos 140 milhões em ações socioambientais, de 2005 a 2008. Felizmente acertamos”, diz Soto.

Outra questão importante para o sucesso da Braskem, foi a decisão tomada na hora certa. Soto conta que na década de 70, uma das fábricas, localizada em Alagoas, produziu eteno a partir de álcool pela primeira vez e a ideia foi abandonada porque não era viável economicamente. “Naquele tempo comprar mais caro por uma energia limpa não era importante para o mercado. Já hoje, o consumidor paga mais caro por um produto que faça diferença na sociedade. Tivemos que esperar este momento”, explica ele.

Cenário no Brasil

O Brasil, historicamente, com os programas que já desenvolveu e pela sua geografia, tem um referencial de sustentabilidade positivo em relação aos demais países do Bric, destacou Jorge Soto. Por contar com riqueza hídrica e solo fértil, o país reúne condições para produzir alimentos e matérias primas para a energia renovável, que é o futuro do mundo pelas crenças do diretor da Braskem.

Ele diz que há muito espaço para outras empresas investirem em energia limpa, já que hoje somente uma parcela de 18% da terra arável brasileira é destinada à agricultura e, apenas 1% é voltado para a cana de açúcar. “Temos muito espaço para ocupar. Ainda mais com os avanços da tecnologia voltados a produzir álcool a partir de celulose, que possibilitará o uso de todos os resíduos de agricultura para a sua produção”, comemora o engenheiro.

No seminário, os especialistas aproveitaram para discutir que algumas normas já estão sendo adotadas pelo governo federal para que, cada vez mais, as empresas assumam práticas sustentáveis. É o caso da nova Lei de Resíduos Sólidos, que exigirá maior responsabilidade das empresas e indústrias quanto as medidas adotadas em relação à logística reversa, e a Norma Internacional de Responsabilidade Social-ISO 26000, que deverá ser lançada em dezembro deste ano.

Claudia da Coca-Cola ressaltou que o mundo já se convenceu da importância em ser sustentável e que o Brasil vive iniciativas pontuais sobre o tema. “O que se vê são iniciativas pessoais e crenças isoladas de sustentabilidade. Precisamos transformá-la em prática efetiva no País”, afirma.

START

Foram mais de 300 inscritos no Start – Seminário de Sustentabilidade, entre gestores, agentes do governo e estudantes. O evento contou com além de Claudia Lorenzo, diretora da Coca-Cola e Jorge Soto, diretor de Desenvolvimento Sustentável da Braskem, com Rodrigo Baggio, fundador da CDI, organização que visa a inclusão social através da tecnolgia e do jornalista Dal Marcondes, ganhador do Prêmio Ethos de Jornalismo 2006 e 2008. A mediação ficou por conta do professor Cid Alledi, sócio-gerente da Núcleo Ético.

Ainda como parte do seminário, Cid Alledi apresentou uma pesquisa realizada em 2010 pela agência de Relações Públicas Edelmam, onde as práticas honestas e transparentes representam 83% dos fatores da boa reputação corporativa no Brasil. O professor ressaltou a importância de ser ético e fazer sustentabilidade com verdade. “Vivemos em um mundo 2.0, conectado com as redes sociais. As coisas não podem mais ser varridas para de baixo do tapete, pois alguém vai te descobrir.”

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Encontro de Empreendedorismo - 27.08

quarta-feira, 31 de março de 2010

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Fórum de Tecnologia nos Negócios 30.09




Palestrantes Confirmados:

José Carlos Duarte Gonçalves, CTO – Chief Technology Officer, IBM Brasil
José Rubens Spada Jr., Diretor de Tecnologia e Operações da A
ccor Services no Brasil
Paulo Castro, Diretor Presidente do Terra Networks Brasil
Roberto Galdieri, CIO – Chief Information Officer, McDonald’s Brasil

Mais informações aqui: www.ciclodedecisoes.com

sábado, 25 de julho de 2009

II Ciclo de Decisões - Fórum de Gestão de Pessoas

Apresento nosso maior projeto da Câmara Americana de Comércio de Porto Alegre, o II Ciclo de Decisões!


Focado em pilares como gestão de negócios, liderança, mercado e empreendedorismo, o II Ciclo de Decisões 2009, convida empresários e executivos a “pensar”, discutindo antigas verdades e conceitos tidos como absolutos. O projeto, organizado em quatro grandes fóruns, proporcionará acesso a temas emergentes, normalmente não associados ao “universo corporativo” e de alta relevância no mundo dos negócios. Incentivará um intercâmbio de conhecimentos, diferentes formas de percepção da realidade e àquilo que Edgar Morin, filósofo e sociólogo francês e um dos mais influentes pensadores da atualidade, chama de “um novo pensar”.
Abrindo a série de discussões, o
FÓRUM DE GESTÃO DE PESSOAS convida você a refletir:

Como seria um novo pensar sobre as relações de trabalho neste cenário de complexidade? Como este novo pensar impactaria nossas organizações? Como estas perceberão o capital humano? Que traços seriam indispensáveis para os líderes desta nova Era?
A agenda e mais informações estão no nosso site: