
Palestrantes Confirmados:
José Carlos Duarte Gonçalves, CTO – Chief Technology Officer, IBM Brasil
José Rubens Spada Jr., Diretor de Tecnologia e Operações da A
ccor Services no Brasil
Paulo Castro, Diretor Presidente do Terra Networks Brasil
Roberto Galdieri, CIO – Chief Information Officer, McDonald’s Brasil
Mais informações aqui: www.ciclodedecisoes.com
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
Fórum de Tecnologia nos Negócios 30.09
Postado por Camile G. 0 comentários
sábado, 25 de julho de 2009
II Ciclo de Decisões - Fórum de Gestão de Pessoas
Apresento nosso maior projeto da Câmara Americana de Comércio de Porto Alegre, o II Ciclo de Decisões!
Focado em pilares como gestão de negócios, liderança, mercado e empreendedorismo, o II Ciclo de Decisões 2009, convida empresários e executivos a “pensar”, discutindo antigas verdades e conceitos tidos como absolutos. O projeto, organizado em quatro grandes fóruns, proporcionará acesso a temas emergentes, normalmente não associados ao “universo corporativo” e de alta relevância no mundo dos negócios. Incentivará um intercâmbio de conhecimentos, diferentes formas de percepção da realidade e àquilo que Edgar Morin, filósofo e sociólogo francês e um dos mais influentes pensadores da atualidade, chama de “um novo pensar”.
Como seria um novo pensar sobre as relações de trabalho neste cenário de complexidade? Como este novo pensar impactaria nossas organizações? Como estas perceberão o capital humano? Que traços seriam indispensáveis para os líderes desta nova Era?
Postado por Camile G. 2 comentários
terça-feira, 21 de abril de 2009
As tendências na Internet e suas repercussões sociais
O`Reilly (2005a), o precursor do termo, define a Web 2.0 como a transição para uma Internet como plataforma de publicação, bem como o entendimento dos princípios para obter sucesso nesta nova plataforma. Ele criou um mapa dos conceitos e conjunto de práticas que norteiam a expressão Web 2.0:
Desta forma, os pontos-chave da Web 2.0, para O’Reilly está na web como plataforma, no controle de dados pelos próprios usuários, nos serviços independentes de pacotes de softwares, na flexibilidade de dados, inclusive das fontes, no incentivo à inteligência coletiva. Portanto, o foco da Web 2.0 está no usuário e configura-se essencialmente sobre uma arquitetura participativa. Nas palavras dele:
Logo, “a Web 2.0 valoriza principalmente as práticas cooperativas, os diálogos e as negociações, as contínuas problematizações” (PRIMOa, 2008, p. 64), que implicam fortes mudanças no comportamento do usuário/consumidor. Mas não é somente as características da Web que estão se transformando e que acarretam estas mudanças. Para Primo (2008a), a estrutura midiática contemporânea vem sofrendo diversas modificações. Ele refere que “A tecnologia digital não apenas potencializou as formas de comunicação interpessoal mediadas por computador (como blogs e redes de relacionamento), mas vem também atualizando o que hoje podemos chamar de mídia tradicional” (PRIMO, 2008a, p. 65).
Nesse sentido, este período vincula-se aos condicionamentos advindos do uso das tecnologias digitais na sociedade. Com a miniaturização dos equipamentos (notebooks e palmtops) e com a interligação de diversas redes de comunicação que passam a ser acessíveis dos lugares mais remotos (internet, telefonia celular, WI-FI, etc.), cria-se, segundo Pellanda (2006, p. 203), um ambiente always on. (PRIMO, 2008a, p.60).
De fato, os dispositivos portáteis de computação conectados à rede possibilitam a facilidade de conexão, o acesso global, e toda uma potencialidade de novos usos bem como a transformação dos existentes. “A questão inclui não só o lugar (espaço) mas também a quantidade (tempo) de exposição à conexão na qual indivíduos passam a estar inseridos” (PELLANDA, 2008, p.2). Outro aspecto levantado pelo autor, é o efeito da aceleração da velocidade aparente nas práticas sociais, como por exemplo, a utilização crescente dos messengers ao invés do e-mail.
A questão de estar todo tempo conectado em todo o lugar (always on) pode ser explicada segundo Pellanda (2008), em parte, pelo desejo do ser humano estar conectado aos demais seres sociais e pelo anseio à onipresença. Para ele, “a arquitetura deste ambiente móvel pode ser analisada sob a ótica da cibercultura e seus desdobramentos quando transpostos para a questão da mobilidade em rede. Com a mudança do ponto de ligação dos indivíduos com o ciberespaço, altera-se também elementos de análise da cibercultura” (PELLANDA, 2005, p.2). Nesse sentido Rheingold (apud Silveira, 2008, p.34) denominou o fenômeno de smart mobs ou multidões inteligentes como
De acordo com estudo realizado pelo Ibope/NetRatings em junho de 2008, intitulado "O consumidor multimídia: uma tendência contemporânea"[1], o consumidor brasileiro está incorporando novas marcas, produtos e serviços ao seu cotidiano, bem como, novos meios de informação, tornando-se assim, um consumidor multimídia.
Os resultados da pesquisa referem que na sua prática diária, a audiência encontra-se muito mais conectada (em média o internauta residencial ficou 23 horas e 48 minutos conectado no mês de maio). Dados que refletem uma audiência que não se contenta mais em ser passiva, transformando-se em produtor da informação, gerando e publicando conteúdo em larga escala, criando blogs, desenvolvendo e participando de grupos de discussão, com regras e linguagens próprias e ainda com atualização em tempo real.
Segundo os dados da pesquisa, o Brasil ultrapassou pela primeira vez na história a marca de mais de 40 milhões de pessoas com acesso à internet em qualquer ambiente, como casa, trabalho, escola, cybercafés e bibliotecas. O dado divulgado em junho de 2008, refere-se ao primeiro trimestre deste ano. Levando-se em consideração que o Brasil tem aproximadamente 184 milhões de habitantes, o número de internautas já equivale a 22,5% da população.
Lévy (1999) afirma que diversos aspectos da Cibercultura cresceram exponencialmente em números de pessoas com poder de acesso à era da conexão, mas no entanto, o fenômeno ainda é minoritário. Apesar disso, Lemos (2003) afirma que o mesmo deve ser compreendido como hegemônico.
Pellanda (2005) também pondera ao afirmar que, criar mais conexões para que a informação possa ser trocada não garante por si só nem a ocorrência de comunicação e tampouco de geração de conhecimento. Mas entretanto, pode-se projetar uma visão otimista e, como reflete o autor, “o aumento de conexões, em um primeiro momento e depois a busca pela sua organização, que precisa ser criada pelo meio e não imposta por padrões, podem encaminhar uma nova possibilidade de avanço de conhecimento”.
Assim, o levantamento também nos dá indícios de que a população procura estar mais bem informada, buscando se munir de informações por meio dos diferentes veículos de comunicação, e crescentemente, na Internet. A tabela 1 também ajuda a traduzir, de maneira relevante, as transformações que estão alterando hábitos e conceitos sobre o uso do ciberespaço:
Dessa forma, a voz dos consumidores ganha maior força e liberdade, podendo representar oportunidades e também ameaças aos negócios. As reclamações que antes eram restritas ao SAC das empresas, hoje ficam registradas na Internet, visíveis a qualquer um nas ferramentas de busca. O consumidor cada vez mais conectado, busca nos sites das empresas informações oficiais, bem como, visita fóruns de discussão, blogs e redes de relacionamento, à procura de outras opiniões.
[1] IBOPE, Brasil superou o número de 40 milhões de pessoas com acesso à Internet.
Na seção: IBOPE//NetRatings, Notícias, Internet - Área: Notícias\Press Releases\2008. Data de publicação: 27/06/2008. Disponível aqui
[2] Disponível aqui. Acesso em 27/09/08.
[3] Disponível em: http://www.edelman.com.br/clientes/pesquisas/Blog%20na%20academia.pdf. Acesso em 27/09/08.
[4] Blogging From The Inside out: The rise and Effective Management of Employee Bloggers. Disponível em: http://www.edelman.com.br/clientes/pesquisas/Blog%20na%20academia%20-%20second.pdf. Acesso em 27/09/08
Referências:
LÉVY, Pierre. Cibercultura. São Paulo: 34, 1999
O’REILLY, Tim. What is Web 2.0: design patterns and business models for the next generation of software. [09/2005]. Disponível aqui.
Acesso em: 07/09/2008.
______________. Web 2.0: compact definition? [10/2005]. Disponível aqui. Acesso em: 7/09/08
PELLANDA, Eduardo (2008). Comunicação móvel: das potencialidades aos usos e aplicações. Natal: Anais do XXVIII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação.
__________________. (2005), O “local” do virtual no ambiente de Internet móvel. Rio de Janeiro: Anais do XXVIII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação.
PRIMO, Alex. Fases do desenvolvimento tecnológico e suas implicações nas formas de ser, conhecer, comunicar e produzir em sociedade. In: PRETTO, N. D. L.; SILVEIRA, S. A. de (Org.) Além das redes de colaboração: internet, diversidade cultural e tecnologias do poder. Salvador: EDUFBA, 2008a. p.51-68.
___________. O aspecto relacional das interações na Web 2.0. E- Compós (Brasília), v. 9, p. 1–21, 2007.
SILVEIRA, S. A. Convergência digital, diversidade cultural e esfera pública. In: PRETTO, N. D. L.; SILVEIRA, S. A. de (Org.) Além das redes de colaboração: internet, diversidade cultural e tecnologias do poder. Salvador: EDUFBA, 2008. p. 31–50.
Postado por Camile G. 0 comentários
Marcadores: Artigo, blog corporativo, Blogosfera, internet, mídias sociais, Pesquisa, Web 2.0
terça-feira, 31 de março de 2009
Análise dos usos dos blogs na comunicação estratégica das organizações
A blogosfera se configura hoje numa heterogeneidade de práticas que variam dramaticamente em termos de uso e conteúdo. Frente à evolução conceitual das definições de blogs, já não se pode mais pensar neste meio como um diário pessoal ou outras visões ainda simplistas.
À medida que os blogs ganham espaço nas organizações e passam a ser adotados para as mais diversas finalidades, é necessário que se leve em conta que os blogs podem representar vantagens nos negócios mas também desvantagens, se não utilizados de forma adequada. Torna-se então importante que as organizações saibam aplicar os usos desses blogs de modo estratégico na comunicação organizacional.
O primeiro capítulo do trabalho procurou contextualizar e apontar para as mudanças no perfil dos consumidores e do mercado frente às tecnologias de comunicação. Assim, buscou-se compreender as transformações do modo de vida dos consumidores provocadas pelas tecnologias e que levaram as organizações a alterar as relações que têm com seus públicos.
O segundo capítulo discutiu sobre os conceitos até então utilizados pela literatura prática: qual é a terminologia mais apropriada, blog corporativo ou blog organizacional? Esta discussão foi fundamentada a partir de revisões bibliográficas, que discutem sobre a evolução das definições e dos usos dos blogs.
No terceiro capítulo foram analisadas algumas das propostas de classificação da blogosfera, buscando identificar uma proposta que servisse de melhor uso para o profissional de Relações Públicas.
Dessa forma, o estudo foi um importante passo nesta área de pesquisa, mostrando uma compreensiva taxonomia que permitiu classificar e comparar blogs organizacionais atuais e fazer previsões sobre os seus possíveis usos futuros. O trabalho ainda contribuiu com algumas sugestões para futuras questões que merecem ser investigadas com melhor precisão e revelou alguns achados interessantes sobre a blogosfera organizacional ainda não abordados em pesquisas brasileiras.
CIPRIANI, Fábio. Blog corporativo: aprenda a melhorar o relacionamento com seus clientes e fortalecer a imagem da sua empresa. São Paulo: Novatec, 2008.
LOCKWOOD, N.; DENNIS, A. Exploring the Corporate Blogosphere: A Taxonomy for Research and Practice. Proceedings of the 41st Hawaii International Conference on System Sciences, 2008.
PRIMO, Alex . Blogs e seus gêneros: Avaliação estatística dos 50 blogs mais populares em língua portuguesa. In: XXXI Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação – Intercom 2008, Natal. Anais, 2008
Postado por Camile G. 3 comentários
Marcadores: Artigo, blog corporativo, Blogosfera, Comunicação Empresarial, Pesquisa
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
Micha Tic Tac
Cultural Buzz, Street Marketing e virais, várias são as estratégias que as empresas utilizam para divulgar seus produtos. E elas funcionam, eu mesma já repassei vários vídeos e posts. O que me impressiona nisso tudo é a criatividade e muita vezes a simplicidade das idéias. Isso sim é genial.
Esse aqui do Micha eu ainda não tinha visto circular. Encontraram um rapazinho de 16 anos que faz instrumentos musicais com caixinhas de tic tac.
Ultimamente tenho precisado muito de idéias do tipo geniais.
O Andy ensina como, mas ainda assim um processo de criação lento pode ser MUITO angustiante. E eu sigo esquentando a cabeça.
Postado por Camile G. 1 comentários
Marcadores: Cultural Buzz, Street Marketing, Viral
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
Tanto investimento em marketing e errar assim na vitrine?
Postado por Camile G. 3 comentários
terça-feira, 13 de janeiro de 2009
UOL Bolsa Pesquisa - 2009
Finding de utilidade pública e aproveitando para dar uma atualizada no blog que anda meio parado - as férias estão sendo bem aproveitadas ;)
Está aberta a fase de submissão de projetos para a edição 2009 do UOL Bolsa Pesquisa. Os projetos serão recebidos até o dia 15 de fevereiro de 2009.
Entre as principais áreas temáticas a serem pesquisadas são: computação, comunicação, economia, jornalismo, direito e sociologia - todas com ênfase em Internet ou relacionadas à Internet.
Na realidade, a intenção é incentivar pesquisas em sub-áreas, que, por sua vez, podem se encontrar dentro de uma das áreas apontadas ou ter caráter interdisciplinar. Alguns exemplos de sub-áreas e de interesse do UOL são:
- estudo de modelos de redes sociais na Internet;
- o impacto dos blogs no jornalismo digital;
- disseminação de vírus;
- mecanismos de combate ao spam;
- sistemas de busca na Internet;
- estudos jurídicos sobre privacidade e spam.
Postado por Camile G. 1 comentários



